Monday, August 17, 2009
Este visual é uma expressão perfeita de mim mesma :-)
Thursday, August 06, 2009
História da Carochinha na TV
Tuesday, August 04, 2009
Saúde!!!!

Sunday, August 02, 2009
Espírito & Natureza

Incrível!!!!!!!
Friday, July 31, 2009
Meu níver!!!
Thursday, July 16, 2009
Pequetito

Assim, este pequetutinho aí é um baralho composto de 72 cartas e com algo que lembra o tarot, mas não é tarot. Mas gostei dele. Utiliza simbolismos celtas e é mais pragmático, tal qual um baralho cigano. É um baralho em que podemos detectar mais coisas de ordem prática, do dia-a-dia. Isso sem falar que é fofo.:-)
Saturday, July 04, 2009
Se a tristeza, se a saudade de repente vem...
Estou precisando muito disso...
Foi a querida Adri que me enviou o link e talvez ela nem imagine o quanto isso fez sentido pra mim. Acho que foi o primeiro filme que assisti no cinema "A Noviça Rebelde", antes disso só o desenho "A Dama e o Vagabundo" e aquela cena do macarrão com almondegas que povoou meu imaginário romantico até a vida adulta...rs
Então, para afastar a tristeza só mesmo lembrando de todas as coisas que eu amo tanto...
acordar com o sol aquecendo o meu corpo;
gargalhada de criança;
flores! flores! flores!;
massagem no pé;
capuccino bem quentinho e cremoso;
por do sol glorioso e avermelhado;
coisas fofas;
presente inesperado;
velar o sono do filho;
ganhar colo do marido;
iluminar a casa com velas;
ver filme água com açúcar com o marido (que demonstração de amor dele!rs);
fazer lista de coisas que eu gosto :-)))
ter sonhos especiais e acordar bem devagarinho, com a sensação ainda presente;
fogueira em noite estrelada;
roupa nova!!!!! :-))))))))));
família toda reunida pra ficar observando todos de longe;
cozinhar para as pessoas que amo;
perceber que, apesar de tudo, sou uma pessoa muito feliz...
Tuesday, June 16, 2009
Mandala
Saturday, June 13, 2009
Salve os compadres e as comadres!

Friday, June 12, 2009
Feliz Dia dos Namorados!
Tudo bem... Podemos transformar todos os dias em Dia dos Namorados... Mas uma sexta-feira, de recesso, em casa, com friozinho e maridinho fofo por perto, a gente tem que caprichar, né? :-))))Espero que este seja um dia de muito amor para todos, mesmo os que não estão namorando (ainda). Que aproveitem o dia para namorar a si mesmos, com muito carinho e mimo, pois somente quando vibramos amor dentro de nós conseguimos encontrar o amor fora de nós.
Sunday, May 31, 2009
Aos ancestrais, à semente que plantei e àquele que me acompanha na estrada
Tenho pensado muito sobre a linha do tempo e a sua relatividade... Junto com isso vieram memórias dolorosas e surpreendentemente escondidas depois de tanto tempo. Creio que só acessamos o que damos conta ou na época em que damos conta. De qualquer forma, fui eu que pedi a cura e ela vem como deve ser e não ao gosto do freguês.
Quando estamos em processo de cura sempre nos deparamos com o passado e o futuro. Ao perceber o que veio antes, nos questionamos se estamos perpetuando os erros mais do que renovando os acertos. Ao olhar para os filhos devemos nos perguntar o quanto fomos sinceros com eles em relação ao nosso amor, se fomos capazes de deixar isso claro ou se estávamos apenas preocupados
Gostaria de dizer aos que vieram antes de mim que sempre há tempo de pedir desculpas, em especial quando se acreditava estar fazendo o melhor. E digo ao que veio depois e através de mim: desculpe! Eu realmente sinto muito por qualquer coisa que tenha feito, pois tudo que sempre quis foi a sua felicidade.
Gostaria de dizer àquele que veio depois de mim que é sempre bom ser grato... Provavelmente, as pessoas que parecem mais incríveis são aquelas com as quais você nunca poderá contar de verdade e as que te parecem tão cruéis, estarão sempre do seu lado e te apoiando. E digo aos que me trouxeram ao mundo: sou profundamente grata por tudo que fizeram por mim, até mesmo aquilo que nunca consegui compreender, mesmo depois de tantos anos.
Sempre haverá muito que pedir desculpas aos filhos e muito haverá de agradecer aos pais. O amor nunca teve manual de instruções e a incrível diversidade do ser humano é um tipo de maldição da Torre de Babel, onde cada um fala a sua linguagem e a tradução é dificultada pela bagagem de dores que todos trazem às costas. É preciso haver generosidade. É preciso haver compaixão. E ainda assim lidar com suas próprias feridas sem deixar de amar quem as causou.
Gostaria de dizer, ainda, que devo a mim mesma mais amor e generosidade. E não consigo imaginar hoje maior forma de amar os que vieram antes e os que vieram depois do que amando a mim mesma. Pois somente aceitando a mim mesma poderei aceitá-los também. Somente curando a mim mesma poderei curar minha relação com eles e meu amor por eles.
E, finalmente, mas não menos importante, gostaria de dizer àquele que me acompanha na estrada que cada dificuldade que surge no caminho parece menos assustadora pelo simples fato de sentir que não caminho mais sozinha. Não há solidão na jornada e ainda assim há liberdade. E ainda haverá amor e sempre mais amor. Porque não há como esquecer o olhar de aceitação plena que recebi ao te encontrar. Não ser julgada foi um alívio que nem sabia existir nesta vida! Parece estranho que alguém nos dê permissão para sermos simplesmente o que somos... Mas assim foi... E comecei um longo trajeto de descobrir quem eu sou realmente. Finalmente! Depois de tanto tempo tentando ser tantas coisas.
Aos que vieram antes de mim, ao que veio depois de mim e ao que caminha ao meu lado há somente uma canção a ser ouvida e ela é cantada no aqui e agora. É a canção que fala do amor que alimenta a Terra e cada um de nós. E não há palavra que possa explicá-la ou traduzi-la. E não há mente que consiga alcançá-la. É preciso simplesmente senti-la.
Eu te amo. Sinto muito. Sou grata.
Wednesday, May 27, 2009
A sabedoria do abacateiro
Refazenda (Gilberto Gil)
Abacateiro acataremos teu ato
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos brincaremos no regato
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração
Abacateiro teu recolhimento é justamente
O significado da palavra temporão
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate
Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão
Abacateiro sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem o seu agosto azedo
Cedo, antes que o janeiro doce manga venha ser também
Abacateiro serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro saiba que na refazenda
Tu me ensina a fazer renda que eu te ensino a namorar
Refazendo tudo
Refazenda
Refazenda toda
Guariroba
Essa só a Clarice vai entender...rs
E os antigo Maias, que guardaram a tradição que chegou até mim através dela! ;-)
Saturday, May 16, 2009
Cega, Surda e Muda

O sonho em que grito sem que haja voz, sem que haja som, palavras, retornou. Não sonhava com isso há muitos anos. Mas agora é como se eu não conseguisse me expressar nem no mundo dos sonhos. Ou então consigo... grito tanto, mas tanto, que acordo rouca e com dor de garganta. É incrível que, do jeito que falo tanto, ainda haja tanto mais a ser dito e que não consigo expressar. Há mais de um mês minha voz não sai direito, passo meus dias tossindo, pigarreando, com dor de garganta. É como se algo estivesse entalado, preso no meio do caminho: nem sai e nem entra. Sufocado durante tanto tempo que nem sei mais do que se trata...
Quando não sei o que dizer, mas sinto uma necessidade torturante de me expressar, choro. E quando o marido me pergunta o que aconteceu, não sei dizer. É como se eu quisesse declarar algo... algo que me tortura, algo que me desespera, algo com o qual não sei lidar e no entanto não sei o que, não sei como, não sei porquê. Só que tem horas que tudo parece explodir tão forte dentro de mim que fica o medo de que as fundações dos meus pés e as paredes de carne de meus órgãos não sejam firmes o suficiente para suportar tamanha pressão. Tenho medo de me ver em mil pedaços: corpo, mente, sentimentos, memória e o vazio que está guardado por tanto tempo que nem sei mais viver sem ele.
Sonho com câmaras de descompressão de profundidade hermética, para poder deixar transbordar em ondas as paredes que me apertam as entranhas. Para poder vomitar as palavras e imagens das quais me alimentei durante 40 anos e que nunca me fizeram bem ao estômago, ao pulmão, ao sangue, ao timo. Sonho com a hemodiálise onírica capaz de retirar todas as águas escuras de meu corpo imaginário, retirar todas as águas que transbordam e vazam em cada casa onde moro, em cada palavra que calo e saltam, suicidas, pelas pupilas. Eu odeio toda essa água que me perturba o sono. Eu odeio toda essa água Rainha de Copas que me faz invejar o que não tenho ou que não consigo ver - apesar de estar lá.
De alguma forma eu queria poder colocar pra fora tudo... como um bazar de garagem... as tranqueiras do meu ser. E me pergunto se há alguém louco o suficiente para querer carregá-las! Não consigo expulsar os intrusos de meu corpo-lar, que já habitam o mesmo lugar há tanto tempo que ganharam o uso capião da minha alma. Gente estranha! Odeio gente estranha! E tem montes delas dentro de mim!
Queria rasgar meu diploma, mas ainda é algo de que posso me orgulhar e decorar as paredes... apesar dele estar jogado dentro de uma pasta, no fundo de uma gaveta... Aprendi a usar as palavras tão bem que já nem preciso mais viver, sentir ou pensar de verdade, basta organizá-las harmoniosamente... inteligentemente... e pronto! Dá impressão que sou mesmo assim, tão esperta quanto demonstro ser. Não acreditem, por favor... Não sou publicitária, sou jornalista e meu compromisso é com a verdade...rs
Já larguei a imprensa e as assessorias... Agora falta largar o teclado e a papelada. E calar a boca. E fechar os olhos. E trancar a mente. Falta abandonar as últimas palavras, escritas ou faladas. Aprender Libras, sentir os símbolos e só cantar... Assim seria uma boa forma de superar minha gagueira mental, que só repete as mesmas palvras e não conclui as idéias. E pintar um quadro, um grande quadro! Com aquarela... para tirar toda a água que mora dentro de mim, misturá-la com as cores certas e expressar, libertar, o que está preso na torre do meu cérebro.
Sem águas chacoalhando dentro de mim, com o cérebro vazio e sem precisar falar uma só palavra, para explicar o inexplicável, talvez eu seja feliz.
PS: Para quem não entende Libras, lá em cima está escrito: "Eu te amo". Agora só falta o Sinto Muito e o Obrigada.
Wednesday, April 22, 2009
O Comprador de Sonhos
Era uma vez no México um índio, camponês sem terra, pastor sem ovelhas... o que fazia dele um peão.Um peão é pobre no começo e mais pobre no final, quando a força para trabalhar o abandona...
Durante três anos ele cuidou das árvores e colheu seus frutos... mas não era feliz... tinha saudades de sua “sierra.”
Para enfrentar seu destino sonhava com o dia em que finalmente voltaria levando consigo uma mala enorme cheia de presentes...e todos gritariam: “ele voltou...ele voltou...” E todos estariam muito felizes. Ele tinha tanta vontade de ser feliz!
Ao final de três longos anos, ele decidiu que era hora de voltar. Recebeu seu salário. Não compreendia muito bem as contas que o capataz fazia... “_Por três anos de trabalho receberá... aluguel e comida a descontar...perda de uma machadinha a descontar... por sua negligencia, dez árvores produziram menos...a descontar...eis, então, seu ganho: três moedas de cobre. O próximo!”
O índio se afastou lentamente... em sua mão apenas três moedinhas de cobre. Era tudo!
À noitinha chegou à pequena cidade mais próxima. Era alegre, movimentada...as pessoas pareciam felizes. As lojas cheias de coisas maravilhosas...mas caras. Porém, ao passar por uma vitrine de uma loja de doces, ficou deslumbrado. Havia flores, de todas as cores, de açúcar impressionantemente lindas. Uma moeda de cobre...que custava cada uma. Comprou uma charmosa rosa vermelha para presentear Panchita a índia mais linda da aldeia. Agora, com apenas duas moedas comeria pouco, e pronto!
Pouco a pouco a cidade foi adormecendo...estava cansado e sentia muita fome, mas preferiu deixar para comer no dia seguinte antes de se colocar a caminho de casa.
Foi até a uma fonte pública e bebeu muita água para distrair o estômago... já satisfeito percebeu um homem quase sem forças com uma tigela na mão tentando pegar água. Parecia muito doente. Então, o índio pega a tigela e ajuda o homem a beber a água, como se fosse uma criança...O homem estava tão fraco que era incapaz de segurar a própria tigela e o índio sabia bem do que é que ele sofria...
O índio, então correu até um vendedor de tortilhas e pediu uma porção bem farta e pagou com uma moeda de broze... ofereceu a tortilha ao homem que comeu lentamente apreciando cada mordida.
O homem, então agradeceu e ofereceu um presente, um pequeno saco:__É para você...A felicidade, talvez...mas eu não sei.Eram sementes redondas e amarelas, da cor do ouro. O índio aceitou e foi embora a procura de um lugar para dormir.Já amanhecerá na porta de um albergue. De dentro vinha um delicioso cheiro de tortilhas. O índio entrou e pediu uma para matar sua fome antes de seguir viagem...
Enquanto esperava, um homem descia pelas escadas e disse:
__Chica, traga-me rápido a comida e eu lhe contarei um belo sonho...
__Sonhei que uma deusa de cabelos longos e negros com a noite...era minha esposa. Nós morávamos bem no meio de uma floresta de ouro... aquele que colhesse um galho de ouro na floresta estaria livre da fome. Neste lugar todos eram felizes e vinham à nossa floresta e colhiam braçadas de galhos de ouro e partilhavam uns com os outros toda essa riqueza e felicidade. E eu olhava toda aquela gente e me sentia ainda mais feliz... Não é belo o meu sonho?
O índio ficou impressionado e pensou: “este homem parece ter sorte e tem tudo o que quer, não precisa de um sonho para ser feliz. Se eu gastar minha última moeda com comida, amanhã ainda terei fome. Mas, se eu comprar esse sonho, serei feliz amanhã, e depois, e depois...”
Então, aproximou-se do homem e disse:
__Quero comprar o seu sonho.O homem ficou assustado e começou a rir.
__O que? Você quer comprar o meu sonho? Mas para que ele poderá lhe servir?
__Ele me servirá para me fazer feliz. Aqui está o dinheiro.O índio colocou sua última moeda sobre a mesa; o homem não podia acreditar.
__Uma moeda? É pouco, mas ainda é muito para pagar um sonho. Guarde seu dinheiro eu lhe dou o sonho.
__Não estou mendigando, Quero comprar o seu sonho.
Vendo que o índio falava com seriedade e convicção, vendeu-lhe o sonho por uma moeda de cobre.
O índio saiu do albergue feliz por ter comprado um bonito sonho e já pegava o caminho quando Chica veio correndo ao seu encontro.
__Você vai para “Sierra”? Eu queria que passasse por Achulco, a aldeia onde mora minha mãe.
__E o que você quer que eu diga a ela?
__Conte a ela seu sonho. Minha mãe é sozinha e triste. Ela ficará feliz com seu bonito sonho.
__Mas, eu não sei contar história...
__Mas é o seu sonho! Quem poderia conta-lo melhor?Ela então, entregou-lhe uma sacola com tortilhas, pão, tomates e pimenta.
__Tome! Este é meu presente para sua viagem.Ele não pode negar o pedido e logo, à tarde chegou ao vilarejo e procurou pela mulher. Curiosos lhe seguiram até a porta da mãe de Chica, queriam saber das novidades. Logo a sala da casa estava cheia, e a mãe de Chica pediu silêncio.
__ Este rapaz teve um sonho magnífico e minha filha o mandou aqui para que me contasse. Cada palavra pronunciada é a palavra da verdade. Chica é testemunha.
Então, ele contou seu sonho e era realmente lindo e encantou a todos do vilarejo.Pela manhã, estava de partida quando um homem veio procura-lo.
__Minha mulher e filhos moram num vilarejo que fica a um dia de caminhada daqui. Se você for passar por lá, poderia contar-lhes seu sonho?
O índio consentiu e o homem decidiu segui-lo par ouvir mais uma vez o seu sonho. E a notícia corria de boca em boca... e por varias vezes se desviou de sua rota par contar seu sonho por encomenda de alguém. Mas fazer o que? Só um louco se recusaria a dar alegria aos outros.
Até que um dia, finalmente chegou em seu vilarejo. Logo na entrada, viu um bela jovem de cabelos longos e negros com a noite, era Panchita. Seu coração palpitou forte e disse:
__Panchita, trouxe-lhe um presente. E lhe entregou a delicada rosa de açúcar vermelha.
Todos estavam felizes com sua volta. E à noite, em torno da fogueira, ele contou seu sonho a todos e mostrou as sementes de ouro que havia ganhado e uma senhora idosa aproximou-se e examinou-as e disse:
__É um grão d’ixium, o milho. Mas esta felicidade não é para nós...jamais brotará em nossas terras áridas.
__Mas vamos plantá-las... junto com meu sonho.
E numa bela manhã de outono, o índio correu até os campos e pode ver seu lindo sonho...lá havia uma bela floresta: o milho amadurecera e, de tão bonito, de tão maduro, parecia de ouro. E no meio daquela floresta dourada, Panchita dançava com os cabelos soltos ao vento, cabelos longos e negros como a noite...e, de tão bela, parecia uma deusa!
* Tradução e reconto Gislayne Avelar Matos
Sunday, April 19, 2009
Mas não são lindos???
Tudo isso para usar na coisa fofa aí embaixo, maquininha linda que me dei de presente, já devidamente maquiada e com acessórios. Agora, que já tenho máquina e tecidos, só falta aprender a costurar...rs
Friday, April 17, 2009
Meio velhinha, meio mocinha
Assim eu sou...Uma xícara de chá e uma agenda cheia de frescuretes.
O descanso da xícara de chá foi presente da minha amiga e super-crafter Micheline
A agenda é o máximo e eu já colei uma listagem com as lunações até o mês de agosto, para saber dias certos de fazer feitiços! ;-)
Thursday, April 16, 2009
Pés Espiritualmente Transmutados
Tuesday, April 14, 2009
Páscoa Indiana

Aproveito para comentar alguns detalhes da foto: ao fundo, encostado no móvel, um cacho de banana enoooorme tirado do quintal; em cima do móvel, em cima do filtro de barro (não me perguntem porque) o marido colocou o vaso de Espada de São Jorge e em cima da geladeira uma quantidade absurda de pães que vão virar pudim amanhã mesmo!
Receita de Samosa? Vamos lá...
500 g de farinha de trigo
1 colher de sopa rasa de sal
1 colher de café de cominho moído
3 colheres de chá de curry
Misture bem isso tudo e depois acrescente
200 ml de água morna
4 colheres de sopa de óleo
Amasse beeeem e depois deixe a massa descansar por 40 minutos. Recheie com legumes ou soja refogadinha, monte os pasteizinhos, salpique com farinha e coloque em uma forma (também salpicada de farinha). Coloque para assar, mas fique de olho no forno. Se for "violento" que nem o meu, rapidinho fica pronto!
Hare Krishna, Hare, Hare! ;-)
Saturday, April 11, 2009
Tuesday, March 31, 2009
Promessa é dívida!
Sabe aquela receita que já passei? Do bolo base que vira qualquer coisa? Basta ir mudando o sabor? Então... Fiz a receita na versão chocolate e na hora de fazer o creme para recheio e cobertura optei pelo óbvio - leite condensado - nem tão óbvio: cozido com canela e um tiquinho de (mas bem pouco mesmo, senão não fica bom) de qualquer bebida alcoólica. Aqui, por exemplo,(olha que horror) eu peguei as "raspas", gotas praticamente, de uma garrafa de licor de damasco e outra de uma cachaça da roça, mineira. Como não somos de beber, ficam os restinhos no fundo das garrafas lá no fundo do armário por meses, ano talvez, e ninguém repara...rs
O resultado é esta belezura que vocês estão vendo! E olha... Ficou gostoso, viu? Hmmmm...
Friday, March 20, 2009
Proibida pra mim - Zeca Baleiro
Thursday, March 19, 2009
Samba do Approach
Gente... Numa quinta-feira ensolarada e cheia de bom-humor, nada melhor do que este sambinha com estes dois figuraças! rs
Wednesday, March 18, 2009
Quase Nada - Zeca Baleiro
Tuesday, March 17, 2009
Bicho de 7 Cabeças -Zeca Baleiro
Monday, March 16, 2009
Nalgum Lugar - Zeca Baleiro
Poema: E.E. Cummings - Tradução: Augusto de Campos - Música: Zeca Baleiro
Wednesday, March 11, 2009
Bebês anunciam novidades...

Os bebês sempre anunciam novidades... O que virá por aí?
Thursday, March 05, 2009
Viagem ao Vale do Matutu - Parte 2
De baixo para cima de novo...
Foto 1: Mandala feita de pedras e plantas com um Buda ao centro...O jardim da pousada é todo assim, cheio de cantinhos e detalhes. Lindo! Aliás, a pousada (apesar de eu não ganhar comissão por isso...rs) chama-se: Mandala das Águas.
Foto 2: Uma das entradas da pousada
Foto 3: Cachoeiras de mamãe Oxum... Esta daí é chamada de Poço das Fadas. Adivinhem porque eu quis ir lá? rs
Foto 4: Lírios de mamãe Oxum... Tinha muuuuuuitos pelo jardim. Acho que a pousada foi feita pra mim mesmo...rs
Foto 5: Um dos vários cantinhos lindos da pousada. Este no restaurante, onde saboreamos comida saudável, cheia de temperos e delicadezas.
Viagem ao Vale do Matutu - Parte 1
Vamos lá... Legendando as fotos (para o alto e avante!rs):
Foto 1: Saída de Aiuruoca para o Matutu, com as plaquinhas das delícias que temos pelo caminho
Foto 2: o visual maravilhoso que mistura verde e azul
Foto 3: o quarto da pousada... uma coisinha mais linda e fofa
Foto 4: a vista da janela do quarto em que ficamos
Foto 5: de novo, a mesma vista, mas com zoom nas cachoeiras que se chamam Três Marias (por razões óbvias...rs)
Tuesday, March 03, 2009
Os dias passam e eu continuo assim...
Foram dois dias no Vale do Matutu (fotos em breve!) e continuo com uma parte de mim vertendo, como as cachoeiras, montanha abaixo. Incrível como a percepção muda diante do novo e diante da enorme quantidade de energia - divina, pura! - que existe na Natureza.Tenho rido muito com a questão do tálamo ser um grande vilão do nosso cérebro. Ele é o responsável por nos acostumarmos com as coisas, perdermos o sentido de novidade, aquele êxtase diante do novo, da primeira experiência. Como tenho dito o tálamo é o maior inimigo do casamento. E também, porque não dizer, da felicidade.
Agora, vez por outra, em meio as minhas "habitualidades", tenho retornado ao olhar perplexo que se encanta com a nova experiência. O olhar de criança que começa a conhecer um mundo tão vasto de cores, sabores, aromas, movimentos, texturas... Estar de peito aberto à imensidão do Todo e sentir em cada célula a vida pulsando. Isso é muito bom!
Hoje ainda estou assim...
Saturday, February 21, 2009
Carnavalesca que só ela...rs

Se aos 16 anos o furor desmedido e artificial da galera já me irritava. Imagina agora! E o samba? Cruzes! Até samba de qualidade, aquela coisa assim Paulinho da Viola, já é algo que ouço com moderação. Sei que é bom. Respeito. Elogio a qualidade, mas não cuuuurto... Sempre fui mais rock'nd roll. Ou, tudo bem, uma MPB. Bossa Nova eu gosto muito. Mas samba... É, acho que sou mesmo "ruim da cabeça ou doente do pé", como dizia João Gilberto.
Agora, imaginem vocês, junta: pagode-lixão, axé-cruz-credo, funk-baixaria + biriteiro sem noção + confusão e empurra-empurra + som pra surdo-mudo escutar + o fato de você simplesmente não saber e nem querer saber sambar. Imaginaram? Essa sou eu em pleno Carnaval! :-)
Mas a coisa mais engraçada é que eu AMO, desde criança, me fantasiar. Acho lindo! Sempre sonhei com aqueles bailes a fantasia chiquérrimos que a gente só vê em filme. Então, nada mais justo que satisfazer meus desejos e comprar um kit-básico fantasia neste Carnaval.
Imaginei que estava me fantasiando de fada, mas o marido chamou de borboleta, então ficou borboleta mesmo... Ontem de noite eu fiz um charme e usei uma camisola-combinação preta com os adereços (asas e antenas). O povo pensou que era onda de momento... O marido achou "fofo". O filho ficou boquiaberto, perguntando se eu sabia a idade que tinha (por que será que adolescentes são tão desagradáveis e ficam nos lembrando de coisas desse tipo?) Não satisfeita, hoje de manhã, após o prazer de dormir cerca de 10 horas (meu corpo e minha alma estavam precisando disso), mal acordei e vesti um short e uma camiseta cor-de-rosa e completei com as asas e antenas. Virei borboleta de novo!
Escrevi o Arcano do Dia vestida de borboleta, tomei café vestida de borboleta e pretendo assim ficar enquanto puder. Como só vou trabalhar na oooooutra semana, corre o risco de passar um bom tempo assim, borboleteando pela casa. E isso está me fazendo um bem impressionante! Nem sei porque. Mas já que está bom, vamos deixar assim... ;-)
Sunday, February 15, 2009
O que trago aqui, comigo... que nem sei...

O que trago aqui comigo que nem eu sei?
Passeio meus olhos por tudo e todos
E continuo profundamente só
O que trago dentro de mim, que nem imagino?
São sonhos, são existências outras ainda presentes.
O que existe em meu olhar que parece tão desconhecido?
"Olhar de abismo", já me disseram...
Olhar curioso, buscador e inquieto...
Olhar que traz a ânsia da renovação abraçada com o silêncio da antiguidade.
O que há em mim que nem eu sei?
Friday, January 30, 2009
Será pleno...

Thursday, January 29, 2009
Invejosa
Criança Desaparecida

Foi pra outro lugar.
A menina feliz não mora mais aqui.
A casa está vazia e triste
E tem vazamento por toda parte.
Tá úmido. Tá frio.
A menina feliz saiu com medo
Batendo a porta, abandonando sonhos.
A menina feliz não sabe sofrer.
Se um dia ela volta?
Talvez...
Mas certamente não será mais tão menina
E nem tão feliz.
Thursday, January 22, 2009
A felicidade costuma incomodar... A liberdade também.

Esta não foi a primeira vez que incomodei as pessoas com o meu alto astral. Quando surgem perguntas desse tipo, costumo responder que o fato de estar viva e cheia de saúde já bastaria para me deixar feliz, mas eu ainda tenho a sorte de ter um filho inteligente e lindo, uma família admirável, poucas e boas amigas e um marido maravilhoso. Quem não se considerar feliz diante disso não tem a menor idéia do que seja felicidade.
Acontece que mais incômodo do que se sentir feliz e expressar isso, é começar a explicar as razões de tanta felicidade e, pior ainda, começar a mostrar para a pessoa que ela também poderia estar feliz levando-se em conta diversas situações boas da sua vida. Isso é praticamente uma heresia! As pessoas gostam de sofrer. Elas, de fato, não querem ser felizes e muito menos demonstrarem isso para os outros.
Parece loucura? Vou dar alguns exemplos... Experimentem chegar para uma pessoa que tem um bom emprego e um salário acima da média dizendo: "nossa, fulano, mas que beleza! Você está bem de vida, heim?" O mais provável é que ele dê um pulo para trás, arregale os olhos e se defenda: "eu??? Você está louca? Você não tem idéia do quanto eu trabalho. Ralo pra caramba! E o meu salário nem é essas coisas... não dá pra nada! Estou cheio de dívidas!" Ou seja, ele vai afirmar que é um pobre coitado com tal autenticidade, que você quase terá um impulso de fazer uma campanha de donativos para ajudá-lo a pagar suas contas.
Agora chega para aquela sua conhecida que tem um marido bonitão, educado e gentil e diga algo como: "nossa, fulana, você tirou sorte grande, heim? Seu marido além de bonitão, te trata tão bem..." Pois sim! Isso será por demais ofensivo! Ela, na mesma hora, vai dizer: "ah! Você está dizendo isso porque não vive com ele! Menina, é um inferno casar com homem bonito... A mulherada fica toda em cima... Isso sem dizer que ele me trata muito bem, mas continua naquele empreguinho fajuto, ao invés de procurar algo melhor..."
Enfim... Se você quer ofender uma pessoa, diga que ela é feliz! E se você quer fazê-la morrer de raiva, diga que é feliz! A felicidade parece ser um pecado imperdoável! E onde quer que você vá, as pessoas que parecem felizes são olhadas como esquisitas, "metidas" ou alienadas, que insistem em olhar o mundo com lentes cor de rosa. Como diria a música "A felicidade é um estado imaginário!"
Eu sempre pensei que ser feliz é uma decisão, individual e intransferível. E que independe do que acontece em volta. Para ser feliz não é preciso viver uma vida perfeita, não é preciso ser perfeito. Eu, por exemplo, adoraria ter o nariz pequeno e arrebitado e uns 50% de aumento no salário, mas nem por isso deixo de ser feliz! :-)
Percebo a cada dia um número maior de pessoas que buscam a felicidade fora e não dentro de si. Sei que isso é clichê, mas a felicidade está mesmo dentro e não em volta. No entanto, em um mundo tão materialista e consumista fica complicado explicar que a felicidade não está associada à quantidade de coisas que você possui ou ao status que você tem. Por isso que parece tão estranho ser feliz sem uma mansão, carros importados, emprego top de linha, cirurgias plásticas pelo corpo e todas as coisas que são símbolos de sucesso.
Então entra a outra coisa que irrita e incomoda tanto quanto a felicidade: a liberdade. E nem falo da liberdade total dos xamãs ou mesmo de uma liberdade bem ampla, falo da simples liberdade de saber a hora de parar, a liberdade de ser o que se é sem que a opinião alheia seja tão importante, a liberdade de ter seu próprio gosto e sua própria maneira de viver a vida. Liberdade mesmo de argumentar com a sua "mente do predador" que ela pode continuar repetindo tudo que quiser na sua cabeça, que você não vai desistir dos seus sonhos.
Então, você poderá ver o espanto e desespero nos olhos dos outros quando você nega a oportunidade de estar numa festa de elite, quando respira aliviada porque não foi chamada para um cargo importante (porém, extremamente stressante) ou não compra aquela roupa maravilhosa, apesar de ter o dinheiro na carteira para comprar. É que tudo é sempre tão relativo, tudo é tão transitório... nas mãos de quem está o poder, o que você realmente valoriza, o que é realmente necessário. Nós mesmos somos transitórios! Não sabemos onde vamos estar daqui a um minuto.
Ao invés de sentir medo, insegurança ou ficar se agarrando em coisas que estão fora de nós, talvez o melhor a fazer seja mesmo sorrir a maior parte do tempo, brincar como criança, não se levar tanto a sério, fazer o que pede o coração e não contar com o futuro para sere feliz. Ser feliz agora... ser livre agora... Ser você mesmo agora... Pode não ser tão fácil, mas é muito simples.
Friday, January 16, 2009
Meme dos 7 Pecados
Este eu recebi da HazelComo não tenho tantos contatos via blogger e minhas amigas não costumam gostar destes repasses, decidi fazer assim: todos que por aqui passarem fiquem a vontade de pegar o Meme e reproduzir em seus blogs. Assim... livremente... :-)
Recordemos quais são os 7 pecados:
1) Gula: comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor, que são incontroláveis;
5) Soberba: falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.
Bem, então aqui estão os meus pecados!!!! rs
1) Gula: massas com muito queijo e molho (em especial pizzas e nhoques)
2) Avareza: pra falar a verdade, sou bem "pão-dura", tenho me doutrinado a gastar mais tranquilamente (parece que ando na contramão do planeta...rs)
3) Inveja: das pessoas que simplesmente fazem o que dá na telha, fazem o que querem (chego ao cúmulo de invejar pessoas "sem noção"! rsrsrs)
4) Ira: diante de injustiças, comigo ou com outras pessoas, perco totalmente o controle (isso tb está em fase de terapia...rs).
5) Soberba: detesto pedir... tanto por não querer incomodar quanto porque não gosto de depender dos outros... fico sufocada quando dependo de alguém pra fazer alguma coisa.
6) Luxúria: hmmm... nossa! Que coisa tão íntima! rs O que posso dizer é que muito me custa resistir à sedução, talvez por isso, apesar de ser muito sociável, evito aproximação demasiada de quem me "oferece perigo" (ainda bem que cresci e fiquei ajuizada!)
7) Preguiça: ahhhh! O meu pecado favorito! hahahaha! A lista pode ser longa e estranha, incluindo até mesmo coisas prazerosas, mas que exigem que eu me desloque fisicamente para lugares distantes, mas vou resumi-la de uma forma que toda mulher entende: serviços domésticos (com exceção de cozinhar, que eu amo)
Prontinho!
Querem arriscar?
Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós

Creio que a liberdade não tem asas. Ela não é ave. Definitivamente não é réptil ou anfíbio. Dificilmente seria um peixe. Creio que também não poderia ser um mamífero, pelo menos não um mamífero fêmea, que precisa carregar filhotes no ventre durante tantos meses e depois amamentá-los outro tanto. De que espécie seria a Liberdade?
Eu não consigo vê-la e nem ouvi-la. Provavelmente, é algo tão sutil quanto o ar, o vento, que é invisível mas podemos senti-lo suavemente ou de maneira mais radical, sacudindo as árvores em volta. Em alguns momentos precisamos que a liberdade sacuda tudo em volta, pois estamos de tal forma envolvidos em nossa prisão sem grades, que só mesmo uma boa chacoalhada para nos fazer despertar.
Só sei que acordei hoje com a impressão que o carcereiro interior está prestes a pedir demissão. Talvez invalidez, aposentadoria precoce por acidente de trabalho. Contos nos dedos o tempo para que a liberdade venha. Conto nas batidas do coração o tempo certo de ser livre. Está chegando, está chegando. Sei que vou conseguir.
Wednesday, January 07, 2009
Desejos para o que nasce...

Fiquei pensando aqui quais seriam meus desejos para o ano novo que nasceu há poucos dias. Claro que fiz algumas longas viagens, viagens que - creio - ficarão apenas no reino da fantasia, pois não estou disposta a pagar o seu preço (com vocês também acontece assim? Desejos que são só desejos fantasiados? Sem desejo real de concretização?) Mas outros desejos podem e devem ser bem reais, dependem de mim e de um pouco de ajuda externa também.
A lista não está, exatamente em ordem de importância, mas somente em ordem de lembrança, certo?
1) Fazer aula de canto - desde o final do ano passado que estou querendo fazer isso. Já cantei em coral quando estudava, mas esse foi mais um dos meus talentos não desenvolvidos em função da minha (ex) falta de disciplina. O maestro elogiava a minha voz, os amigos idem. Cantava nas rodinhas de violão, arrisquei alguma coisa numa bandinha de garagem, mas ficou tudo por isso mesmo. Claro que não tenho a esperança de virar cantora profissional, a idéia é desenvolver algo que gosto de fazer e, pelo que dizem, tenho já algum talento natural.
2) Fazer aula de dança do ventre - já havia procurado aulas por aqui, mas cidade pequena é complicado... Quando saí do Rio de Janeiro para vir para cá sabia das vantagens e desvantagens, mas às vezes ainda dói um pouquinho não ter uma bela peça de teatro para assistir, uma exposição de arte, um show ou uma variedade boa de cursos. Enfim... Agora descobri que há uma professora de dança do ventre em uma das academias da cidade. Vamos ver se rola... Também fiz ballet clássico quando criança e troquei as sapatilhas pelos namorados. Parei com o ballet exatamente aos 14 anos, quando arrumei o primeiro namorado... Pudera... matava a aula para ir namorar! rs Então, mais um talento ficou em desuso pelo caminho...
3) Organizar meu trabalho com o tarot - ele está crescendo desordenadamente, digamos assim... Preciso criar uma estrutura em que eu não precise "matar um leão por dia" (até porque isso é um crime ecológico!!!! rsrsrs) É importante ter um bom planejamento para divulgação além do blog e, por outro lado, pensar em como fazer o blog ir além (já que ele atingiu um primeiro estágio de sucesso). As aulas estão, temporariamente, suspensas. Tenho me dedicado somente às consultas. Não sei se devo voltar com as aulas por enquanto... Acho mesmo que tenho que primeiro organizar a divulgação das consultas. Talvez seja interessante avaliar a possibilidade de dar worshops em outras cidades a partir de um número mínimo de inscrições, suficientes para cobrir os gastos com a viagem além da aula em si. O importante é sentar e pensar sobre.
4) Dar mais um passo na direção da disciplina que pretendo alcançar - pretendo fazer isso através da manutenção das atividades que já tenho executado diariamente (como a série do útero - Tensegridade-, algumas posturas de yoga e o sorriso interior - Práticas Taoístas) e acrescentar mais algumas práticas que têm como objetivo a preservação da saúde física, mental, emocional e espiritual.
5) Construir minha Bio-Casa!!! - é um sonho antigo... uma bioconstrução dentro de um terreno com um pequeno pomar, horta e canteiros de ervas medicinais, além do cultivo de cogumelos. Creio que até o final deste ano o sonho pode ser se realizado ou ao menos se encaminhado bem. Arrumei o contato com uma arquiteta que mora numa cidade vizinha, apesar do que eu gostaria de "fazer minha casa com minhas próprias mãos" (que os deuses nos ajudem!!! rsrsrs) Vamos ver para onde o intento nos leva...
6) Criar um blog específico com o tema Sagrado Feminino - este blog terá parcerias e por isso mesmo será mais complexo de ser organizado. Ainda estou maquinando por aqui o que podemos fazer e em breve vou convocar uma reunião on-line :-))))
7) Pensar menos e viver mais - ufa... grande desafio!
8) Concluir ao menos um dos dois livros que já comecei - eu ando me prometendo isso há tanto tempo... Vamos ver se dessa vez eu cumpro! rs
Bem... Essa é a lista publicável...rsrsrs Há uma outra que corre pelos subterrâneos :-))))
Que assim seja, amém, maktub e outros trens! ;-)
Saturday, January 03, 2009
Assim começou meu ano...

Alguma coisa está acontecendo em todo o planeta. Basta nos conectarmos que entenderemos. O problema é que andamos tão adormecidos e preocupados com as coisas que nos ensinaram que eram as mais importantes, que perdemos a noção de que tudo é ilusão.
Criamos deuses a partir de necessidades ou desejos que nos ensinaram a cultivar. Temos o deus-dinheiro, o deus-emprego, o deus-carreira-profissional, o deus-realização-pessoal, o deus-conhecimento-acadêmico e tantos outros (o deus-corpo-de-modelo, por exemplo)
Pois eu comecei o ano imaginando como tudo é tão efêmero e como devemos aproveitar cada minuto do nosso dia, da nossa vida, com coisas que realmente valem a pena.
Esta joaninha linda que foi eternizada na foto, quando pousou na minha mão, segundos depois levantou vôo e foi em direção a sua morte-luz, na lâmpada do teto. Bateu lá e caiu no chão, morta. Qualquer pessoa pensaria que é o fim ficar chocada pela morte de uma joaninha. No entanto, segundos antes ela estava aqui na minha mão, compartilhando energia comigo, compartilhando algo, um momento... No segundo seguinte ela já não existia mais na minha realidade de existência e provavelmente estava adentrando o "mundo das joaninhas" (assim eu contava para o meu filho, quando ele era bem pequetito, que quando os bichinhos morriam iam para o "seu mundo"... mundo dos gatinhos... mundo das borboletas...etc...)
Então, não quero ser como uma joaninha que se lança em disparada em direção aonde se vê a luz ou se entende como luz, para depois cair fulminada. Tenho dado passos curtos. Tenho pisado suavemente, testando a segurança do solo.
Algo está para acontecer e é bem mais do que a queda da bolsa de valores ou o fechamento de um grande banco. No entanto, só será possível perceber o que é se estivermos em silêncio, com a mente quieta. Se conseguirmos manter a calma, afugentar o medo e respirar. O segredo é sempre respirar.
Sei que mais informação virá. Sei que mais coisas acontecerão para mim, para você, para os nossos vizinhos. E sei que algumas pessoas lêem o que está escrito aqui e não entendem nada, enquanto outras conseguem sentir a suave brisa da mudança que vem se anunciando já há algum tempo.
Aguardemos.
E enquanto isso, vivamos. Cada precioso segundo.
Feliz 2009.
Tuesday, December 23, 2008
Feliz Solstício de Verão! (com algum atraso...rs)

Queridas e queridos amigos que sempre passeiam por aqui, final de ano é aquela correria mesmo, não tem jeito! Então, fiz minhas comemorações particulares por aqui, mas não deu tempo de postar algum texto falando sobre mais este festival em que comemoramos o ápice do verão, o dia mais longo do ano.A partir de agora nossos dias vão, aos pouquinhos, diminuindo e dando espaço para a noite. Compreender os ciclos e suas mudanças faz parte de uma sabedoria antiga, esquecida pela maior parte das pessoas, ainda mais em tempos de modernidade, consumismo inconsciente e alienação absoluta.
Prometi a mim mesma, já há algum tempo, que não vou ficar criticando e resmungando como uma velhinha rabugenta...rs Até porque de nada adianta! Na verdade, acredito que é justamente uma postura oposta a essa, com muito riso, muita alegria e leveza que será capaz de nos arrancar do mundo fast-food e ilusório que se criou em volta de nós.
Maya... Tudo é maya...Cada vez mais sinto isso. E para que não sejamos arrebatados pela ilusão e pela manipulação de massa o melhor caminho é largar de lado o racionalismo frio e optarmos pela lucidez sensível. Posso garantir que não é através da lógica pura que vamos compreender este mundo totalmente ilógico em que vivemos. É preciso sentir, abrir a percepção, refinar a visão. Deixemos os conceitos estabelecidos para aqueles que se estabeleceram neste mundo caótico. Nós, os rebeldes que sonham outra realidade, não precisamos seguir o líder, somos nossos próprios líderes e descobrimos nossos próprios caminhos muito mais harmonizados com a Natureza. Aliás, alguém já se perguntou a razão de existir um esforço tão grande em destruir Natureza? Ela é o que restou para nos sinalizar o caminho...
Para quem lê essas palavras e não sabe do que estou falando, fica uma dica: talvez o que você chama de realidade não seja exatamente o que parece... Para aqueles que, lendo minhas palavras, sentiram que algo vibrou, mexeu, conectou, mesmo sem que isso parecesse lógico, mesmo que racionalmente não houvesse sentido, também deixo uma dica: feche os olhos e abra a percepção. E para aqueles que ao fim dessas linhas sabem do que estou falando e esboçam um sorriso discreto, deixo o desejo mais sincero de que nos encontremos um dia e possamos trocar nossas experiências sobre o novo mundo que está, ainda, em gestação.
Tuesday, December 16, 2008
Hoje estou assiiiiiiimmmmmmmmm!!!!! rs
Sunday, December 07, 2008
Você sabe com quem está falando???
Houve um tempo em que esta frase era associada diretamente à arrogância dos funcionários de alto escalão, autoridades (otôridades...rs) que utilizavam de seu posto para ter benefícios em setores que nada tinham a ver com seu trabalho. Atualmente, depois de tantos anos trabalhando com o tarot e analisando a alma humana, tenho visto que a frase também se adapta perfeitamente bem ao problema que chamo de: identificação equivocada de personagens.Pois bem, este tipo de síndrome é muito comum em todos os setores, mas aparece mais frequentemente na relação entre casais. As projeções de antigas relações surgem e pulam como pererecas enlouquecidas de um lado para o outro. Se as pessoas envolvidas não tomarem a devida precaução, em fração de segundos estarão batendo boca por nada e o pior: será uma discussão a três, envolvendo eu, eu mesma e Irene (rs) ou eu, o atual e um ex.
Quando faço a pergunta "você sabe com quem está falando", longe de ser uma ameaça, uma referência ao poder que tenho e que posso utilizar a qualquer momento, é simplesmente uma pergunta direta e objetiva. Ou seja, será que você sabe mesmo com quem está falando? Não estará me confundindo com outra pessoa? Alguém que não sou, nunca fui e nem ao menos tenho um dos meus vários eus associados a este personagem?
Estes momentos de curto circuito interno são comuns em toda relação e lembram muito a piadinha do mineiro - oncotô, oncovô...rs - porque a verdade é que a sensação é de estar fora do aqui e agora. A pessoa, normalmente, está em outro lugar, emocionalmente falando... em outra relação e com outras pessoas... E isso, normalmente, vem acompanhado de um tagarelante diálogo interno, uma falação interior de dar inveja a salão de cabelereiro em sábado de casamento.
A melhor dica nestes casos é sempre o bom-senso. Quem, naquele momento, o tiver em maior quantidade que o utilize! Alimentar este tipo de neura é apenas garantir uma discussão longa e com desgastes energéticos de primeira linha.
Como medida preventiva, é interessante observar quais frases são sempre utilizadas em horas de crise, normalmente, elas são ditas com o passar dos anos, de forma não lúcida, e para diferentes pessoas. Algumas bem comuns: "eu não estou a sua disposição!"; "eu não sou seu escravo!"; "você é egoísta, só pensa em suas próprias necessidades!", "você não manda em mim!"
Então, fica a pergunta: será que escolhemos sempre o mesmo tipo de parceiros, que sempre agem da mesma maneira e nos contrariam sempre nos mesmos pontos? Só isso já dá o que pensar... Por que nos torturamos sempre do mesmo jeito, com diferentes pessoas que insistem em nos tratar de determinada forma?
A outra opção é um pouco mais complexa: será que tal característica que atribuímos a alguém não era de outro alguém do passado? Ou ainda, será que esta não é uma característica nossa? Já notei que algumas pessoas, atormentadas pelo medo de serem tratadas de determinada maneira, correm na frente e agem exatamente daquele jeito com os outros. Exemplo: homens que possuem um medo tão incontrolável de serem traídos que mal começam um relacionamento e já traem a namorada, "antes que elas os traiam!" Assim como outros que, com profundo temor de serem controlados, insistem em manter uma relação de domínio sobre o cônjuge, são ou tentam ser tiranos em seu próprio lar.
Se conseguirmos olhar para tudo isso de uma forma leve e descomplicada, sem nos levar a sério demais, sem colocar nosso ego e nosso orgulho nas alturas, há sempre a possibilidade de dar algumas risadas no final de um mal entendido como esses. E se conseguirmos, ainda poderemos perguntar: "você saber com quem está falando?" ;-)









