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Tuesday, March 13, 2012

Reflexões sobre a questão ambiental e atitudes práticas


Vejo todo um movimento para reciclar coisas, mas pouco vejo em termos de atitudes para reduzir o consumo e o lixo. Outra coisa que deve-se notar: muitas vezes, as tais reciclagens acabam gerando um gasto e um trabalho que não compensam o resultado final. Sinceramente, sou muito criteriosa quanto aos famosos artesanatos de reciclados, poucas vezes eu vi coisas de real bom gosto e real funcionalidade.

Há alguns anos, pensando nisso e pensando tb no absurdo que se paga por roupas novas, comecei a frequentar brechós e adorei! Ao comprar em um brechó não estamos estimulando nem a produção e nem o consumo desenfreados de roupas. É claro que não dá pra comprar tudo em brechó, como lingerie e biquines (óbvio, né!), sapato eu tb não gosto de comprar, a não ser que seja sapato novo (algumas lojas fazem doações de produtos novos de coleções antigas).

Mas isso não basta! Por conta da "moda" de brechós, a mulherada parece ter enlouquecido e gasta duas vezes mais em roupas com pouco uso porque o preço está mais em conta, o que, no final, dá no mesmo. Tenho a impressão que isso acaba estimulando as compradoras compulsivas a comprarem ainda mais porque, afinal, agora elas podem usar a roupa umas três vezes e colocar pra vender no brechó. O ser humano anda bem estranho...

Outra questão que analisei, recentemente, é sobre a compra de carro. Estamos pensando em comprar um (depois de tantos anos morando no segundo menor município do Brasil, onde eu não precisava de carro, agora estou morando em uma cidade bem maior, em termos territoriais). Observando a queda do valor de um carro zero com apenas poucos anos de uso já se percebe que as pessoas entram na loucura do "preciso trocar de carro, pois o meu já está desvalorizando". Pois eu quero um carro que me leve de um lugar para o outro! De preferência que gaste pouco combustível, que tenha valores de IPVA e de DPVAT honestos e que não me deixe histérica com a necessidade de fazer um seguro. Acabo chegando aos ditos "carros populares" (que de populares não têm nada quando se vê o preço), um pouco antes do ano 2000. Aí o custo-benefício me agrada. E a ficha cai: também não quero estimular a produção e o consumo de carro zero, porque não se deve confudir o conceito de automóvel com o de caráter ou valores pessoais... Automóvel é algo feito somente para nos deslocar de um lugar para o outro e não para ser referência do nosso valor como pessoas.

Eu ia começar a falar dos celulares, mas me dá canseira só de pensar! Tanto pelo fato de ver as pessoas trocando de celular como se troca de roupa, buscando uns que fazem "de um tudo", e dá vontade de perguntar: "mas eles ligam pra outro telefone? Porque é essa a função deles, né?", até aquelas criaturas que se tornam dependentes de celular. Tem gente hoje em dia que não consegue ficar sozinha consigo mesma! Será que a companhia é tão insuportável assim? Elas andam nas ruas e andam de ônibus falando no celular o tempo todo... Elas dormem com o celular do lado (nem aí para as ondas eletromagnéticas!) como se fosse o/a amante ou o bichinho de estimação. Como eu disse antes, como anda estranho este ser humano!

Conforto todos nós queremos, até eu que sou mais bobinha... Beleza, nem todos... Mas eu, que tenho Ascendente em Libra e Lua em Touro necessito, como de água, para viver. Coisas bonitas, casa enfeitada, roupinhas fofuxas, cores e harmonia, aromas e sons melodiosos. Mas para ter tudo isso não é necessário consumir tanto.

A última arrumação que fiz no meu armário foi uma prévia do que pretendo fazer. Olhei com sinceridade para as minhas roupas (que nem são tantas, perto da maioria das mulheres que eu conheço) e separei as que eu realmente uso. Foi cerca de metade! Essas ficaram no meu armário e as outras eu guardei em um outro armário, de um outro cômodo. Quero saber quantas vezes eu vou recorrer a este outro armário, se é que vou recorrer alguma vez. Se eu não fizer isso em 6 meses, todas as roupas que estão lá vão para a doação ou um brechó. Aliás, algumas peças e alguns objetos que são melhores ou estão novos, já pretendo colocar pra circular em um brechó virtual (em breve!)

Pretendo fazer isso com outras coisas que tenho também. Não tenho muita coisa no geral, mas pretendo reduzir isso ainda mais, de modo a ter somente o que eu realmente gosto e realmente uso. Ficar mais leve, para me mover com mais agilidade ou quem sabe até voar!!! A verdade é que não usamos cerca de 70% de tudo que temos, mas ficamos apegados. É claro que não vou me desfazer da minha caixa de lembranças e da caixa de lembranças do meu filho! Mas entre uma lembrança tão querida e um monte de tralha sem uso há um abismo enorme, lotado de coisas desnecessárias que podem ser dispensadas. E é isso que pretendo fazer: dispensá-las!

Aqui no Brasil não temos o hábito de trocar coisas usadas e nem temos locais onde se pode colocar o que não se usa mais e pegar algo de interessante que tenha por lá e seja útil. Ironicamente, um país em desenvolvimento, onde se reclama tanto da falta disso e daquilo, possui hábitos mais perdulários do que alguns países desenvolvidos. Vai entender!?

Então, minha dica para vocês, na próxima vez que forem comprar algo é fazer o seguinte questionário pra si mesmo/a:

Eu preciso mesmo disso?

Eu gosto mesmo disso?

Isso será usado com frequência? Quantas vezes isso provavelmente será usado?

Isso gasta muita energia/combustível?

Isso cabe em minha casa, sem ficar atravancando o caminho ou o armário?

No caso de roupas , sapatos e acessórios: isso cabe em mim? Isso combina com as outras roupas e acessórios que eu tenho? Isso está confortável? Isso ficou, realmente, bonito em mim? Isso se harmoniza com meu estilo e meu ritmo de vida?

O grande problema do consumo compulsivo é que ele não inclui o raciocínio, a análise com lucidez. Por isso a grande recomendação é o consumo consciente. O seu bolso e o planeta, ambos, agradecem! ;-)

PS: totalmente fora do dia e do tema da Teia Ambiental, mas dentro do mesmo conceito e do mesmo amor pela natureza.

A imagem veio daqui

Sunday, August 07, 2011

Alimentos para o novo tempo - Teia Ambiental

Há algum tempo que não consigo mais fazer compras de supermercado como fazia antigamente. Primeiro, o que definia o que eu comprava era somente o paladar. Logo, eu comecei a me preocupar com uma alimentação saudável e a evitar excesso de açúcar, farinhas brancas e enlatados. A carne eu já não comia, então não tinha que me preocupar nem com os DDTs da carne de boi, nem com os hormônios do frango... Com o passar do tempo tanto a minha escolha ficou mais rígida quanto os problemas aumentaram.

Se pararmos para pensar seriamente no que estamos levando à mesa, a primeira conclusão é que viver de luz será a única opção 100% segura...rs Depois, mais comedidamente, vamos pensar em plantar em nosso quintal o nosso alimento. Aqui em casa, todas as verduras já vem do quintal. Além delas, já estamos colhendo abobrinhas e em breve colheremos pepinos, tomates e beterrabas. Mas e o resto?

A verdade é que manter uma alimentação realmente saudável, hoje em dia, é muito mais questão de encontrar bons fornecedores do que de decisão, livre-arbítrio. Vegetarianos? Veganos? Comida viva? Mas de que adianta tudo isso se legumes, frutas e verduras têm agrotóxicos? Trocar a carne pela soja? Qual? Aquela transgênica? Ah, existem boas opções em latinhas? Já leram atentamente a quantidade de conservantes químicos existentes em cada latinha?

Há algum tempo que radicalizei em relação a algumas questões de alimentação aqui em casa. Aboli de vez proteína de soja (nunca fiz em grande quantidade) e o tofu. Só ficaram o missô e o shoyo e mesmo assim só da marca Daimaru, porque é o único que não tem glutamato e outras porcarias. Açúcar, só entra demerara e mascavo, para serem usados com parcimônia. Nunca mais frequentaram a despensa os biscoitinhos doces e outras coisinhas açucaradas... Ao invés disso, quando a vontade de guloseimas é grande faço bolos, tortas e afins, reduzindo o uso da farinha de trigo branca a quase zero, dando preferência à integral, à aveia, à farinha de milho e outras. O leite também foi expulso e substituído pelo leite de arroz ou de aveia. Os ovos de granja idem... agora só ovo caipira! E usado mais no preparo de alimentos ao invés de omeletes (apesar do que eu e o sócio adoramos...rs) Arroz só integral e tanto com ele quanto com os feijões o cuidado de deixar de molho por 12 horas para eliminar os fitatos. Ai, caramba! Como dá trabalho se alimentar bem! :-)

Mas a pergunta continua: a minha alimentação é, realmente, saudável?

Bem, posso ter verduras no quintal, posso comprar alguns legumes e frutas na feirinha de orgânicos. Mas e os outros que compramos na quitanda, pois não têm na feirinha? E o arroz integral, os feijões... Não sei... Cada dia ouço mais coisas aterradoras sobre os alimentos que ingerimos. E penso que, se por um lado é bom cuidar da alimentação, por outro, se ficarmos paranóicos, a energia que gastamos com isso será bem maior do que a necessária para nos desintoxicar.

Se antigamente tudo se resumia a: vou comer carne ou não? Vou comer ovo ou não? Vou comer doce ou não? Agora, temos que ficar atentos para saber de onde vêm os ingredientes mais - teoricamente - saudáveis. Mas que coisa! Cozinhar se tornou uma arte de guerra e não de uma atividade inofensiva familiar.

Me pergunto todos os dias o que passa pela cabeça dos governantes que permitem a expansão de transgênicos. Deixa eu explicar porque pode ser que ainda não tenham entendido: não existirá mais semente! Daqui a um tempo, haverá o monopólio de sementes nas mãos de algumas indústrias. Gente, mais uma vez lembrando: semente = comida. Tirando o fato de que certamente teremos contrabandistas de sementes e que eu já pretendo guardar algumas aqui, tudo isso é muito triste!

Um mundo em que se permite monopolizar sementes não pode ser o mesmo mundo em que governos se dizem preocupados com a questão ambiental. Mas que balela! Sinceramente, tirando uns poucos grupos realmente bem intencionados, o que eu vejo hoje em dia é muita gente se beneficiando do "boom" do mercado ecológico. Ou, como ouvi outro dia em uma entrevista, em um documentário norte-americano, a única preocupação verde é com as "verdinhas", ou seja, os dólares.

Mas minha mensagem aqui não é pessimista. Acho que a solução virá e de uma forma que menos se espera. O despertar de vários seres por todo o planeta está acontecendo. Assim como o centésimo macaco influenciou o comportamento dos outros tantos, acredito que quando atingirmos uma determinada quantidade de pessoas despertas para as transformações planetárias, por ressonância mórfica a mudança se multiplicará.

Até lá, vamos plantando em cada cantinho de terra disponível, no quintal ou em jardineiras na varanda, vamos frequentando as feiras de orgânicos e vamos utilizando alguns métodos que os novos tempos nos oferecem para descontaminar a nossa comida: fazer Reiki sobre os alimentos; deixá-los de molho dentro de água com óleo essencial de Tea Tree (uma gota por litro de água); deixar os alimentos sobre o diagrama de descontaminação do sistema Sanjeevinis durante pelo menos 20 segundos enquanto se faz uma oração; deixar a água exposta ao sol.

PS: Não posso deixar de exibir pelo menos dois dos meus canteiros, o de couve e o de rúcula :-)

Monday, January 10, 2011

Teia Ambiental - antes tarde do que nunca! :-)

Quantos litros de água pura custa o seu jeans?

42 litros de água.

É muito, mas a Levi´s está fazendo a sua parte e trabalhando para diminuir essa conta com a nova coleção "Levi´s WaterLess".

Melhor do que comprar uma calça jeans novinha e ecologicamente correta, é comprar roupas em brechós e bazares de segunda mão. Reforme suas roupas antigas e fora de moda e repense seriamente se você realmente precisa comprar tanto.
Vintage está na moda e muitas mulheres viajadas e bem sucedidas já estão montando bazares de trocas.

Madre Teresa de Calcutá tinha 2 hábitos (uniforme de religiosas), usava um quando o outro estava sujo e por lavar. Einstein só comprava o mesmo modelo de roupa, um único padrão de terno, assim não precisava pensar no que vestir e podia concentra-se no que interessava - a teoria da relatividade, no caso dele.

Dos 42 litros de água que cada calça jeans consome, um morador de favela só tem acesso a 20 para beber e fazer sua higiene diárias.

Levi’s prepara lançamento de coleção de jeans ecologicamente correta

A nova coleção da Levi’s “WaterLess” une moda e sustentabilidade. A coleção “verde”, como foi chamada, está prevista para chegar às lojas em janeiro de 2011 e pretende tornar o método de manufatura dos jeans, ecologicamente correto, uma vez que no processo de fabricação o consumo de água é abundante.

As calças da nova linha de produção serão fabricadas com uma significativa redução no consumo de água para as lavagens. Geralmente a fabricação de uma calça usa 42 litros de água. Porém, esta nova coleção tem como objetivo reduzir este consumo em pelo menos 28%. Em alguns produtos a economia pode chegar a 96%.

Para reduzir o consumo de água a Levi’s pretende diminuir o número de ciclos de lavagens na máquina através de uma combinação de um único processo úmido e em soma, incorporar um processo de ozônio na lavagem da máquina. O consumo energético e o uso de produtos químicos neste tipo de procedimento é consideravelmente menor, reduzindo deste modo o impacto ambiental. No processo de fabricação do jeans, a peça chega a ser lavada de três a dez vezes e na nova linha os modelos passarão por apenas um processo de lavagem.

Os primeiros produtos “sem água” inclui as calças clássicas 501s, 511s, 514s e as populares jaquetas e serão vendidos nas Américas do Norte e do Sul.

A previsão, para a confecção de 1,5 milhões de calças previstas para a nova coleção, é de que sejam poupados aproximadamente 60 milhões de litros d’água, ou seja, para cada calça são salvos 40,6 litros de água.

Incentivando a conscientização a Levi’s diz que não pretende ser proprietária exclusiva desta ideia, a intenção é disseminar a importância ecológica e mostrar às outras companhias que é possível criar produtos com consciência ambiental e incentivar a produção de peças semelhantes para seus clientes.

Fonte: http://caroldaemon.blogspot.com/search/label/consumo%20consciente

Como eu estou numa correria louca aqui, resolvi trazer para cá esta matéria muito legal da minha amiga Carol, aliás, recomendo uma visita ao blog dela, que é bom do começo ao fim!

Há um bom tempo que eu tenho comprado roupas em brechós, em especial os jeans, que podem ser encontrados a bom preço e de marcas excelentes. O último que eu comprei é da marca Checklist e custou 15 reais, por 15 reais também comprei uma bermuda jeans importada com lavagem e modelagem bem bacanas.

Pois bem, está aí a Teia Ambiental, que deveria ter sido postada no dia 7... Antes tarde do que nunca! ;-)




Sunday, November 07, 2010

Pequenas atitudes, grandes resultados


Desde a época em que meio ambiente era algo restrito às aulas de geografia, ecologia era uma palavra inexistente e o conceito de sustentabilidade nem pensava em ser inventado, eu já era uma "defensora da natureza". Hoje, penso na ironia de defendermos a natureza de nós mesmos. No final das contas, não seria necessário que uns poucos defendessem tanto o planeta se os outros muitos não o atacassem em demasia. Mas... por enquanto é assim que a coisa funciona.

Acredito que o que hoje se chama de educação ambiental e faz parte do conteúdo programático de escolas de Ensino Fundamental, é uma mistura de bom senso, boa educação e pouca coisa realmente nova além disso. Minha opinião é reflexo do fato de eu ter aprendido desde cedo, com minha mãe, algumas regrinhas básicas como: não jogar lixo no chão da rua; não quebrar as plantinhas; tratar com respeito todos os seres vivos; só colocar no prato o que vou comer para depois não desperdiçar comida jogando-a no lixo; não deixar a torneira ligada enquanto se escova os dentes; não deixar luzes acesas em cômodos que estão vazios... e por aí vai...

Se pararmos para pensar, acabei de enumerar regras de bom senso e boa educação. O que podemos acrescentar nos dias de hoje a uma cartilha a favor do meio ambiente? Algumas informações mais específicas, como separar o lixo e perceber o que é uma embalagem reciclável, dando preferência a ela, e o que é uma embalagem "puro lixo", como no caso dos saquinhos metalizados que guardam os igualmente não-saudáveis cheetos e outros salgadinhos cheios de glutamato monossódico.

Então, na verdade, quando falamos que a sociedade moderna agride o meio ambiente, podemos concluir que a sociedade moderna é composta, em sua maioria, por pessoas mal educadas e sem um pingo de bom senso. Economizar é uma questão de bom senso! Economizar quer dizer gastar somente o necessário, de uma forma inteligente e lógica.

O maior inimigo da natureza é o mau hábito. Conheço muitas pessoas que respeitam a natureza, compreendem a necessidade de defendê-la, mas não conseguem jogar o lixo reciclável no lugar certo. Estou falando, especificamente, do meu marido :-) Da mesma forma, depois que nos habituamos com a melhor maneira de fazer as coisas, fazer a coisa errada também dói. Quando vou para a casa dos outros e sou obrigada a jogar um "lixo limpinho" numa grande lata com todo o lixo misturado, sinto até um mal estar.

Em todos os empregos por onde passei nos últimos anos, tento sempre implantar alguns bons hábitos, como levar uma caneca de casa para tomar chá ou café, ao invés de usar copos descartáveis. Aos poucos, as pessoas acham a idéia boa, principalmente porque ela representa uma redução de gastos. É claro que nem sempre é fácil, principalmente quando se trata de economizar algo que não é pago, diretamente, por nós. Um bom exemplo é o papel sulfite, artigo de primeira necessidade na secretaria de qualquer escola e que, normalmente, as pessoas pegam usam, rasgam, jogam no lixo, dão para crianças rabiscarem, como se nada fosse... Na escola onde eu trabalho todos já sabem: impresso que não vai ser usado, vira bloco de rascunho para ser escrito do outro lado; criança que vai pra secretaria e quer desenhar, desenha em papel de rascunho; bilhete para colar no caderno das crianças, deve ser feito da forma mais sucinta e bem diagramado para que caibam muitos em cada folha de sulfite. E como a secretaria é o meu reino, dentro do possível, o pessoal respeita...rs

Às vezes, são detalhes pequenos, mas que fazem uma diferença enorme no final do mês. Pensando nisso, andei pesquisando para ver se as empresas (principalmente as públicas, que gastam nosso dinheiro de contribuinte) estão preocupadas em reduzir seus gastos e implantar programas de consumo consciente. Até que achei rapidinho alguma coisa:


E é o Governo de Minas Gerais que está fazendo. Parabéns, colegas do estado! A colega do município aqui agradece ;-)

Aqui um trecho bem simples e prático

ATITUDES QUE FAZEM DIFERENÇA

• COPO DESCARTÁVEL: uso de apenas um copo descartável por período de trabalho, ou substituição deles por caneca ou garrafinha individual.

• BANHEIROS: descargas rápidas; lixo no recipiente adequado e não no vaso sanitário; uso de toalhas de papel de alta absorção (duas são suficientes); torneira fechada ao ensaboar as mãos ou escovar os dentes, abrindo apenas para enxaguar. Redução do tempo do banho.

• COMPUTADOR: monitor desligado no intervalo de almoço. No final do dia: computador e estabilizador desligados.

• ENERGIA: certificação pela última pessoa a sair, do banheiro ou da sala, se não há luzes acesas. Verificação se o ar condicionado ou os ventiladores estão desligados. Usar escadas e não elevador para subir ou descer um andar.

• PAPEL: evitar impressões desnecessárias, revisando arquivos na tela do monitor. Uso do verso dos papéis para anotações e impressões. Guarda de envelopes usados, inclusive aqueles recebidos, para reutilização.

• CARTUCHO DE TINTA: pensar antes de imprimir. Se for necessário, uso preferencial do modo rascunho.

• MATERIAL DE ESCRITÓRIO: Recolhimento de clipes e gominhas para serem reutilizados; uso de toda capacidade de memória de cds e disquetes. Uso cuidadoso de equipamentos para aumentar sua vida útil.

• EMBALAGENS: Recusa de embalagens desnecessárias para evitar geração de resíduo sólido.

Dá pra começar a mudar, né? Ah, vai... Nem é tão difícil! :-)