Friday, June 12, 2009

Feliz Dia dos Namorados!

Tudo bem... Podemos transformar todos os dias em Dia dos Namorados... Mas uma sexta-feira, de recesso, em casa, com friozinho e maridinho fofo por perto, a gente tem que caprichar, né? :-))))

Espero que este seja um dia de muito amor para todos, mesmo os que não estão namorando (ainda). Que aproveitem o dia para namorar a si mesmos, com muito carinho e mimo, pois somente quando vibramos amor dentro de nós conseguimos encontrar o amor fora de nós.


Sunday, May 31, 2009

Aos ancestrais, à semente que plantei e àquele que me acompanha na estrada

Tenho pensado muito sobre a linha do tempo e a sua relatividade... Junto com isso vieram memórias dolorosas e surpreendentemente escondidas depois de tanto tempo. Creio que só acessamos o que damos conta ou na época em que damos conta. De qualquer forma, fui eu que pedi a cura e ela vem como deve ser e não ao gosto do freguês.


Quando estamos em processo de cura sempre nos deparamos com o passado e o futuro. Ao perceber o que veio antes, nos questionamos se estamos perpetuando os erros mais do que renovando os acertos. Ao olhar para os filhos devemos nos perguntar o quanto fomos sinceros com eles em relação ao nosso amor, se fomos capazes de deixar isso claro ou se estávamos apenas preocupados em acertar. Quando olhamos para os nossos pais, devemos refletir se não passamos boa parte da vida culpando-os por algo que acabamos de fazer aos nossos filhos, ao invés de agradecermos o fato de eles nos terem dado a vida.


Gostaria de dizer aos que vieram antes de mim que sempre há tempo de pedir desculpas, em especial quando se acreditava estar fazendo o melhor. E digo ao que veio depois e através de mim: desculpe! Eu realmente sinto muito por qualquer coisa que tenha feito, pois tudo que sempre quis foi a sua felicidade.


Gostaria de dizer àquele que veio depois de mim que é sempre bom ser grato... Provavelmente, as pessoas que parecem mais incríveis são aquelas com as quais você nunca poderá contar de verdade e as que te parecem tão cruéis, estarão sempre do seu lado e te apoiando. E digo aos que me trouxeram ao mundo: sou profundamente grata por tudo que fizeram por mim, até mesmo aquilo que nunca consegui compreender, mesmo depois de tantos anos.


Sempre haverá muito que pedir desculpas aos filhos e muito haverá de agradecer aos pais. O amor nunca teve manual de instruções e a incrível diversidade do ser humano é um tipo de maldição da Torre de Babel, onde cada um fala a sua linguagem e a tradução é dificultada pela bagagem de dores que todos trazem às costas. É preciso haver generosidade. É preciso haver compaixão. E ainda assim lidar com suas próprias feridas sem deixar de amar quem as causou.


Gostaria de dizer, ainda, que devo a mim mesma mais amor e generosidade. E não consigo imaginar hoje maior forma de amar os que vieram antes e os que vieram depois do que amando a mim mesma. Pois somente aceitando a mim mesma poderei aceitá-los também. Somente curando a mim mesma poderei curar minha relação com eles e meu amor por eles.


E, finalmente, mas não menos importante, gostaria de dizer àquele que me acompanha na estrada que cada dificuldade que surge no caminho parece menos assustadora pelo simples fato de sentir que não caminho mais sozinha. Não há solidão na jornada e ainda assim há liberdade. E ainda haverá amor e sempre mais amor. Porque não há como esquecer o olhar de aceitação plena que recebi ao te encontrar. Não ser julgada foi um alívio que nem sabia existir nesta vida! Parece estranho que alguém nos dê permissão para sermos simplesmente o que somos... Mas assim foi... E comecei um longo trajeto de descobrir quem eu sou realmente. Finalmente! Depois de tanto tempo tentando ser tantas coisas.


Aos que vieram antes de mim, ao que veio depois de mim e ao que caminha ao meu lado há somente uma canção a ser ouvida e ela é cantada no aqui e agora. É a canção que fala do amor que alimenta a Terra e cada um de nós. E não há palavra que possa explicá-la ou traduzi-la. E não há mente que consiga alcançá-la. É preciso simplesmente senti-la.


Eu te amo. Sinto muito. Sou grata.

Wednesday, May 27, 2009

A sabedoria do abacateiro


Refazenda (Gilberto Gil)

Abacateiro acataremos teu ato
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos brincaremos no regato
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração
Abacateiro teu recolhimento é justamente
O significado da palavra temporão
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate
Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão
Abacateiro sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem o seu agosto azedo
Cedo, antes que o janeiro doce manga venha ser também
Abacateiro serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro saiba que na refazenda
Tu me ensina a fazer renda que eu te ensino a namorar
Refazendo tudo
Refazenda
Refazenda toda
Guariroba


Essa só a Clarice vai entender...rs
E os antigo Maias, que guardaram a tradição que chegou até mim através dela! ;-)

Saturday, May 16, 2009

Cega, Surda e Muda


Tenho me sentido como Tommy - aquele da Ópera Rock - cega, surda e muda. Um ser totalmente desconectado de tudo mais. O hilário dessa história é pensar que sou formada em Comunicação e trabalhei com isso, com direito a prêmio e elogios variados, durante 20 anos.

O sonho em que grito sem que haja voz, sem que haja som, palavras, retornou. Não sonhava com isso há muitos anos. Mas agora é como se eu não conseguisse me expressar nem no mundo dos sonhos. Ou então consigo... grito tanto, mas tanto, que acordo rouca e com dor de garganta. É incrível que, do jeito que falo tanto, ainda haja tanto mais a ser dito e que não consigo expressar. Há mais de um mês minha voz não sai direito, passo meus dias tossindo, pigarreando, com dor de garganta. É como se algo estivesse entalado, preso no meio do caminho: nem sai e nem entra. Sufocado durante tanto tempo que nem sei mais do que se trata...

Quando não sei o que dizer, mas sinto uma necessidade torturante de me expressar, choro. E quando o marido me pergunta o que aconteceu, não sei dizer. É como se eu quisesse declarar algo... algo que me tortura, algo que me desespera, algo com o qual não sei lidar e no entanto não sei o que, não sei como, não sei porquê. Só que tem horas que tudo parece explodir tão forte dentro de mim que fica o medo de que as fundações dos meus pés e as paredes de carne de meus órgãos não sejam firmes o suficiente para suportar tamanha pressão. Tenho medo de me ver em mil pedaços: corpo, mente, sentimentos, memória e o vazio que está guardado por tanto tempo que nem sei mais viver sem ele.

Sonho com câmaras de descompressão de profundidade hermética, para poder deixar transbordar em ondas as paredes que me apertam as entranhas. Para poder vomitar as palavras e imagens das quais me alimentei durante 40 anos e que nunca me fizeram bem ao estômago, ao pulmão, ao sangue, ao timo. Sonho com a hemodiálise onírica capaz de retirar todas as águas escuras de meu corpo imaginário, retirar todas as águas que transbordam e vazam em cada casa onde moro, em cada palavra que calo e saltam, suicidas, pelas pupilas. Eu odeio toda essa água que me perturba o sono. Eu odeio toda essa água Rainha de Copas que me faz invejar o que não tenho ou que não consigo ver - apesar de estar lá.

De alguma forma eu queria poder colocar pra fora tudo... como um bazar de garagem... as tranqueiras do meu ser. E me pergunto se há alguém louco o suficiente para querer carregá-las! Não consigo expulsar os intrusos de meu corpo-lar, que já habitam o mesmo lugar há tanto tempo que ganharam o uso capião da minha alma. Gente estranha! Odeio gente estranha! E tem montes delas dentro de mim!

Queria rasgar meu diploma, mas ainda é algo de que posso me orgulhar e decorar as paredes... apesar dele estar jogado dentro de uma pasta, no fundo de uma gaveta... Aprendi a usar as palavras tão bem que já nem preciso mais viver, sentir ou pensar de verdade, basta organizá-las harmoniosamente... inteligentemente... e pronto! Dá impressão que sou mesmo assim, tão esperta quanto demonstro ser. Não acreditem, por favor... Não sou publicitária, sou jornalista e meu compromisso é com a verdade...rs

Já larguei a imprensa e as assessorias... Agora falta largar o teclado e a papelada. E calar a boca. E fechar os olhos. E trancar a mente. Falta abandonar as últimas palavras, escritas ou faladas. Aprender Libras, sentir os símbolos e só cantar... Assim seria uma boa forma de superar minha gagueira mental, que só repete as mesmas palvras e não conclui as idéias. E pintar um quadro, um grande quadro! Com aquarela... para tirar toda a água que mora dentro de mim, misturá-la com as cores certas e expressar, libertar, o que está preso na torre do meu cérebro.

Sem águas chacoalhando dentro de mim, com o cérebro vazio e sem precisar falar uma só palavra, para explicar o inexplicável, talvez eu seja feliz.


PS: Para quem não entende Libras, lá em cima está escrito: "Eu te amo". Agora só falta o Sinto Muito e o Obrigada.

Wednesday, April 22, 2009

O Comprador de Sonhos

Hoje fui brindada com um conto mágico (e tão necessário neste momento!). Ao chegar no trabalho, a Dani me mostrou... Ela que é contadora de histórias profissional acertou em cheio no conto pra me curar... Espero que vocês gostem!Era uma vez no México um índio, camponês sem terra, pastor sem ovelhas... o que fazia dele um peão.

Um peão é pobre no começo e mais pobre no final, quando a força para trabalhar o abandona...


As pessoas de sua aldeia tinham terras...mas de que serve uma terra onde nada cresce?

E para não morrer de fome, o índio, desceu a “sierra mexicana” em busca de trabalho como peão numa plantação de cacau.

Durante três anos ele cuidou das árvores e colheu seus frutos... mas não era feliz... tinha saudades de sua “sierra.”

Para enfrentar seu destino sonhava com o dia em que finalmente voltaria levando consigo uma mala enorme cheia de presentes...e todos gritariam: “ele voltou...ele voltou...” E todos estariam muito felizes. Ele tinha tanta vontade de ser feliz!

Ao final de três longos anos, ele decidiu que era hora de voltar. Recebeu seu salário. Não compreendia muito bem as contas que o capataz fazia... “_Por três anos de trabalho receberá... aluguel e comida a descontar...perda de uma machadinha a descontar... por sua negligencia, dez árvores produziram menos...a descontar...eis, então, seu ganho: três moedas de cobre. O próximo!”

O índio se afastou lentamente... em sua mão apenas três moedinhas de cobre. Era tudo!

À noitinha chegou à pequena cidade mais próxima. Era alegre, movimentada...as pessoas pareciam felizes. As lojas cheias de coisas maravilhosas...mas caras. Porém, ao passar por uma vitrine de uma loja de doces, ficou deslumbrado. Havia flores, de todas as cores, de açúcar impressionantemente lindas. Uma moeda de cobre...que custava cada uma. Comprou uma charmosa rosa vermelha para presentear Panchita a índia mais linda da aldeia. Agora, com apenas duas moedas comeria pouco, e pronto!

Pouco a pouco a cidade foi adormecendo...estava cansado e sentia muita fome, mas preferiu deixar para comer no dia seguinte antes de se colocar a caminho de casa.

Foi até a uma fonte pública e bebeu muita água para distrair o estômago... já satisfeito percebeu um homem quase sem forças com uma tigela na mão tentando pegar água. Parecia muito doente. Então, o índio pega a tigela e ajuda o homem a beber a água, como se fosse uma criança...O homem estava tão fraco que era incapaz de segurar a própria tigela e o índio sabia bem do que é que ele sofria...

O índio, então correu até um vendedor de tortilhas e pediu uma porção bem farta e pagou com uma moeda de broze... ofereceu a tortilha ao homem que comeu lentamente apreciando cada mordida.

O homem, então agradeceu e ofereceu um presente, um pequeno saco:__É para você...A felicidade, talvez...mas eu não sei.Eram sementes redondas e amarelas, da cor do ouro. O índio aceitou e foi embora a procura de um lugar para dormir.Já amanhecerá na porta de um albergue. De dentro vinha um delicioso cheiro de tortilhas. O índio entrou e pediu uma para matar sua fome antes de seguir viagem...

Enquanto esperava, um homem descia pelas escadas e disse:

__Chica, traga-me rápido a comida e eu lhe contarei um belo sonho...

__Sonhei que uma deusa de cabelos longos e negros com a noite...era minha esposa. Nós morávamos bem no meio de uma floresta de ouro... aquele que colhesse um galho de ouro na floresta estaria livre da fome. Neste lugar todos eram felizes e vinham à nossa floresta e colhiam braçadas de galhos de ouro e partilhavam uns com os outros toda essa riqueza e felicidade. E eu olhava toda aquela gente e me sentia ainda mais feliz... Não é belo o meu sonho?

O índio ficou impressionado e pensou: “este homem parece ter sorte e tem tudo o que quer, não precisa de um sonho para ser feliz. Se eu gastar minha última moeda com comida, amanhã ainda terei fome. Mas, se eu comprar esse sonho, serei feliz amanhã, e depois, e depois...”

Então, aproximou-se do homem e disse:

__Quero comprar o seu sonho.O homem ficou assustado e começou a rir.

__O que? Você quer comprar o meu sonho? Mas para que ele poderá lhe servir?

__Ele me servirá para me fazer feliz. Aqui está o dinheiro.O índio colocou sua última moeda sobre a mesa; o homem não podia acreditar.

__Uma moeda? É pouco, mas ainda é muito para pagar um sonho. Guarde seu dinheiro eu lhe dou o sonho.

__Não estou mendigando, Quero comprar o seu sonho.

Vendo que o índio falava com seriedade e convicção, vendeu-lhe o sonho por uma moeda de cobre.

O índio saiu do albergue feliz por ter comprado um bonito sonho e já pegava o caminho quando Chica veio correndo ao seu encontro.

__Você vai para “Sierra”? Eu queria que passasse por Achulco, a aldeia onde mora minha mãe.

__E o que você quer que eu diga a ela?

__Conte a ela seu sonho. Minha mãe é sozinha e triste. Ela ficará feliz com seu bonito sonho.

__Mas, eu não sei contar história...

__Mas é o seu sonho! Quem poderia conta-lo melhor?Ela então, entregou-lhe uma sacola com tortilhas, pão, tomates e pimenta.

__Tome! Este é meu presente para sua viagem.Ele não pode negar o pedido e logo, à tarde chegou ao vilarejo e procurou pela mulher. Curiosos lhe seguiram até a porta da mãe de Chica, queriam saber das novidades. Logo a sala da casa estava cheia, e a mãe de Chica pediu silêncio.

__ Este rapaz teve um sonho magnífico e minha filha o mandou aqui para que me contasse. Cada palavra pronunciada é a palavra da verdade. Chica é testemunha.

Então, ele contou seu sonho e era realmente lindo e encantou a todos do vilarejo.Pela manhã, estava de partida quando um homem veio procura-lo.

__Minha mulher e filhos moram num vilarejo que fica a um dia de caminhada daqui. Se você for passar por lá, poderia contar-lhes seu sonho?

O índio consentiu e o homem decidiu segui-lo par ouvir mais uma vez o seu sonho. E a notícia corria de boca em boca... e por varias vezes se desviou de sua rota par contar seu sonho por encomenda de alguém. Mas fazer o que? Só um louco se recusaria a dar alegria aos outros.

Até que um dia, finalmente chegou em seu vilarejo. Logo na entrada, viu um bela jovem de cabelos longos e negros com a noite, era Panchita. Seu coração palpitou forte e disse:

__Panchita, trouxe-lhe um presente. E lhe entregou a delicada rosa de açúcar vermelha.

Todos estavam felizes com sua volta. E à noite, em torno da fogueira, ele contou seu sonho a todos e mostrou as sementes de ouro que havia ganhado e uma senhora idosa aproximou-se e examinou-as e disse:

__É um grão d’ixium, o milho. Mas esta felicidade não é para nós...jamais brotará em nossas terras áridas.

__Mas vamos plantá-las... junto com meu sonho.

E numa bela manhã de outono, o índio correu até os campos e pode ver seu lindo sonho...lá havia uma bela floresta: o milho amadurecera e, de tão bonito, de tão maduro, parecia de ouro. E no meio daquela floresta dourada, Panchita dançava com os cabelos soltos ao vento, cabelos longos e negros como a noite...e, de tão bela, parecia uma deusa!



* Tradução e reconto Gislayne Avelar Matos

Sunday, April 19, 2009

Mas não são lindos???

Gente, eu poderia até cantar para os tecidos: "demorei muito pra te encontrar, agora eu quero só você..." Porque olha demorou! Por aqui na terra das águas não encontrava tecido 100% algodão com estampas lindonas para fazer minhas artesanices. O preço ainda não é dos melhores (12,90), sei que em São Paulo ou no Rio tem promoções legais por 8,90 o metro, mas para quem não tinha estas bonitezas nem a preço de ouro, está ótimo!

Tudo isso para usar na coisa fofa aí embaixo, maquininha linda que me dei de presente, já devidamente maquiada e com acessórios. Agora, que já tenho máquina e tecidos, só falta aprender a costurar...rs

Friday, April 17, 2009

Meio velhinha, meio mocinha

Assim eu sou...
Uma xícara de chá e uma agenda cheia de frescuretes.
O descanso da xícara de chá foi presente da minha amiga e super-crafter Micheline
A agenda é o máximo e eu já colei uma listagem com as lunações até o mês de agosto, para saber dias certos de fazer feitiços! ;-)

Thursday, April 16, 2009

Pés Espiritualmente Transmutados

Fala sério...
Havaianas violeta! :-)
Cor da espiritualidade, da transmutação e aquilo tudo mais.
Ganhei no Natal mas só agora lembrei de mostrar aqui.
Ah, sim... Pezinhos 33/34 de Cinderela ;-)

Tuesday, April 14, 2009

Páscoa Indiana


E aí o marido vem e tira uma foto da gente toda mal ajambrada (isso é coisa da minha avó...rs), de lenço no cabelo, fazendo samosa para o almoço de Páscoa... É, fazer o que? O amor é lindo, né? E cego! Hahahahahahah!
Aproveito para comentar alguns detalhes da foto: ao fundo, encostado no móvel, um cacho de banana enoooorme tirado do quintal; em cima do móvel, em cima do filtro de barro (não me perguntem porque) o marido colocou o vaso de Espada de São Jorge e em cima da geladeira uma quantidade absurda de pães que vão virar pudim amanhã mesmo!
Receita de Samosa? Vamos lá...

500 g de farinha de trigo
1 colher de sopa rasa de sal
1 colher de café de cominho moído
3 colheres de chá de curry
Misture bem isso tudo e depois acrescente
200 ml de água morna
4 colheres de sopa de óleo

Amasse beeeem e depois deixe a massa descansar por 40 minutos. Recheie com legumes ou soja refogadinha, monte os pasteizinhos, salpique com farinha e coloque em uma forma (também salpicada de farinha). Coloque para assar, mas fique de olho no forno. Se for "violento" que nem o meu, rapidinho fica pronto!

Hare Krishna, Hare, Hare! ;-)

Saturday, April 11, 2009

Andei fazendo arte por aqui...


Uma cortina de voil entre a sala e o corredor...

Bem básica... Nada de mais! O interessante é o acabamento queimando as beiradinhas na vela e os recortes costurados com zig-zag em formato de folhas estilizadas. Na foto não dá para ver muito bem, mas o efeito ficou interessante.

Tuesday, March 31, 2009

Promessa é dívida!


Então, como prometi ao querido maridinho um "bolo com recheio" e como não consigo ficar fazendo sempre a mesma coisa, resolvi inventar um pouco...

Sabe aquela receita que já passei? Do bolo base que vira qualquer coisa? Basta ir mudando o sabor? Então... Fiz a receita na versão chocolate e na hora de fazer o creme para recheio e cobertura optei pelo óbvio - leite condensado - nem tão óbvio: cozido com canela e um tiquinho de (mas bem pouco mesmo, senão não fica bom) de qualquer bebida alcoólica. Aqui, por exemplo,(olha que horror) eu peguei as "raspas", gotas praticamente, de uma garrafa de licor de damasco e outra de uma cachaça da roça, mineira. Como não somos de beber, ficam os restinhos no fundo das garrafas lá no fundo do armário por meses, ano talvez, e ninguém repara...rs

O resultado é esta belezura que vocês estão vendo! E olha... Ficou gostoso, viu? Hmmmm...

Friday, March 20, 2009

Proibida pra mim - Zeca Baleiro



Eu já gostava da música cantada pelo charlie brown jr, mas com o Zeca ficou tão mais doce... Menos rebelde... E os anos passam e parece que a alma vai amargando e sentimos uma estranha necessidade de "glicose cultural". Lembro de um tempo em que a frase que mais me impactava e mexia comigo era "eu vou roubar essa mulher pra mim". Hoje em dia, não há nada mais perfeito do que "se não eu, quem vai fazer você feliz?"

Thursday, March 19, 2009

Samba do Approach



Gente... Numa quinta-feira ensolarada e cheia de bom-humor, nada melhor do que este sambinha com estes dois figuraças! rs

Wednesday, March 18, 2009

Quase Nada - Zeca Baleiro




Falar algo do tipo: "esta é a minha preferida" é até bobagem quando o assunto é Zeca Baleiro. Todas são minhas preferidas. Mas esta música me traz uma sensação corporal-perceptiva muito interessante. Difícil mesmo é escolher quais músicas dele vou postar aqui, e afinal faltam só 4 dias/4 músicas.

Tuesday, March 17, 2009

Bicho de 7 Cabeças -Zeca Baleiro



Aqui, o meu aspecto multidimensional masculino Zeca Baleiro transforma uma obra de arte do Geraldo Azevedo em algo ainda mais precioso. O cara é bom mesmo! Para quem viu o filme de mesmo nome, a música pega pesado... E para quem consegue uma gravação (como a que eu tenho em mp3) com solos de violão magníficos, é de esquecer ou ignorar o espaço-tempo.

Monday, March 16, 2009

Nalgum Lugar - Zeca Baleiro




Poema: E.E. Cummings - Tradução: Augusto de Campos - Música: Zeca Baleiro
A primeira vez em que ouvi essa música, fechadinha dentro do MP3 e dos óculos escuros, chorei diante de tanta beleza... tanta poesia e sensibilidade. Tenho descoberto que o MP3 é o melhor amigo da mulher, talvez seja a única criatura que fala sem parar no nosso ouvido e nem temos vontade de responder... queremos só fazer coro, concordando com a cabeça...rs
Algo tem se processado em mim e músicas como esta têm me ajudado a absorver, sem brigar ou questionar racionalmente. Mais mudanças vêm por aí... Agora sem freio, sem controle... Pois não sou mais eu no comando, se é que em algum dia eu estive no comando. Uma outra Cláudia nasceu dia desses... muito mais inteira, plena, corajosa e intensa. E o restinho do antigo eu que ainda habita este corpo já se vai... Adeus.

Wednesday, March 11, 2009

Bebês anunciam novidades...


Meu sobrinho/sobrinha em processo de "fabricação" e agora mais esta: uma mamãe beija-flor resolve fazer seu ninho numa folha da amoreira. A foto não está das melhores porque é preciso colocar a máquina no zoom (senão espanta a mamãe do ninho) e o local é meio escuro. Mas dá pra ver o quanto é mágico e como os dias por aqui estão cada vez mais repletos de encantamento... Alimento para a alma e descanso para minha cabeça sempre tão cheia de falação e questionamentos...

Os bebês sempre anunciam novidades... O que virá por aí?

Thursday, March 05, 2009

Viagem ao Vale do Matutu - Parte 2





Mais fotos...

De baixo para cima de novo...

Foto 1: Mandala feita de pedras e plantas com um Buda ao centro...O jardim da pousada é todo assim, cheio de cantinhos e detalhes. Lindo! Aliás, a pousada (apesar de eu não ganhar comissão por isso...rs) chama-se: Mandala das Águas.

Foto 2: Uma das entradas da pousada

Foto 3: Cachoeiras de mamãe Oxum... Esta daí é chamada de Poço das Fadas. Adivinhem porque eu quis ir lá? rs

Foto 4: Lírios de mamãe Oxum... Tinha muuuuuuitos pelo jardim. Acho que a pousada foi feita pra mim mesmo...rs

Foto 5: Um dos vários cantinhos lindos da pousada. Este no restaurante, onde saboreamos comida saudável, cheia de temperos e delicadezas.

Viagem ao Vale do Matutu - Parte 1





Ai, ai... Que saudade...

Vamos lá... Legendando as fotos (para o alto e avante!rs):

Foto 1: Saída de Aiuruoca para o Matutu, com as plaquinhas das delícias que temos pelo caminho

Foto 2: o visual maravilhoso que mistura verde e azul

Foto 3: o quarto da pousada... uma coisinha mais linda e fofa

Foto 4: a vista da janela do quarto em que ficamos

Foto 5: de novo, a mesma vista, mas com zoom nas cachoeiras que se chamam Três Marias (por razões óbvias...rs)

Tuesday, March 03, 2009

Os dias passam e eu continuo assim...

Foram dois dias no Vale do Matutu (fotos em breve!) e continuo com uma parte de mim vertendo, como as cachoeiras, montanha abaixo. Incrível como a percepção muda diante do novo e diante da enorme quantidade de energia - divina, pura! - que existe na Natureza.

Tenho rido muito com a questão do tálamo ser um grande vilão do nosso cérebro. Ele é o responsável por nos acostumarmos com as coisas, perdermos o sentido de novidade, aquele êxtase diante do novo, da primeira experiência. Como tenho dito o tálamo é o maior inimigo do casamento. E também, porque não dizer, da felicidade.

Agora, vez por outra, em meio as minhas "habitualidades", tenho retornado ao olhar perplexo que se encanta com a nova experiência. O olhar de criança que começa a conhecer um mundo tão vasto de cores, sabores, aromas, movimentos, texturas... Estar de peito aberto à imensidão do Todo e sentir em cada célula a vida pulsando. Isso é muito bom!

Hoje ainda estou assim...